Segunda-feira, Maio 29, 2006

 

Aqui Jaz: Manuel Maria Carrilho

ATENÇÃO: Este é um post em que se vai falar deliberadamente mal do Manelinho dos Sarilhos. Avisa-se desde já as pessoas que possam nutrir algum tipo de simpatia por esse ser, que vai haver aqui um acto furtuito de mal-dizer.

O supracitado andava desaparecido! O que politicamente, era o que melhor fazia.
Deixar passar algum tempo, para reflexão, e depois voltar, de cara limpa e talvez com uma nova atítude.
Mas como diz o ditado: o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.

Primeiro Acontecimento- Carrilho lança livro sobre campanha;

O Manel decidiu lançar um livro, e eu cá pensei: Boa ideia, manda umas farpas, faz mea culpa e aínda sai por cima, no meio disto tudo.
ENGANEI-ME REDONDAMENTE, ele não lançou umas farpas, mas sim um ataque nuclear sobre jornalistas (como o Ricardo Costa da Sic Notícias) e outras pessoas, algumas das quais, tenho como excelentes profissionais. Não só fez críticas de índole profissional, como atacou a honra e edoneidade das pessoas, vergonhoso!!
Ele não fez mea culpa, porque o Manelinho nunca tem culpa de nada, aliás...ele é uma vítima, é um desgraçado e ninguém gosta dele, a não ser a Bárbara (vá se lá saber porquê!!!).
Finalmente, ninguém ligou puto ao livro, o que o deve ter deixado aínda mais furioso, porque...o público é mesmo inculto, não é que não querem saber da verdade!!

Segundo Acontecimento- Programa Prós e Contras do dia 22 de Maio

Bem, o livro falhou!! Toca a arranjar uma cunha e fazer um programinha sobre o livrinho do Sarilho e não é que no malogrado dia a RTP decide fazer mesmo o programa, encaputado de "Debate sobre as relações entre a política e a Com. Social".
A ideia até era boa, uma vez que se trata de uma discussão realmente interessante, mas só lá estavam 3 pessoas com esse objectivo.
De um lado Pacheco Pereira (bem menos corrosivo do que o normal) e Ricardo Costa a defenderem a honra da classe jornalística.
Do outro estava, Carrilho, qual Donzela em apuros e o seu Príncipe Encantado de capa e espada, Emídio Rangel, a defender o seu precioso, dos monstros e ogres da Com. Social.
Mal começou, o Prof. não se conseguiu conter e leva logo a conversa para o ataque pessoal (que ele tanto crítica) e dispara contra Ricardo Costa. Este, por sua vez, mantêm o nível e tenta explicar o que toda a gente já entendeu. Aquilo não foi programado, ninguém podia imaginar que ele não ía estender a mão, a não ser que o Ricardo Costa seja realmente a bruxa má e no seu covil, urdiu (como o Prof. gosta de dizer para parecer intelectual) aquele esquema na sua bola de cristal. Entretanto, ao ver a coisa a descambar, Fátima Campos Ferreira leva a conversa para o que realmente interessava debater, ou se calhar, não era para aquilo que o Manel lá tinha ido, e com intervenções interessantes (umas concordei, outras discordei) ouvi um bom debate entre Pacheco Pereira, Ricardo Costa e Emídio Rangel.
Curioso, que na fase inteligente do debate, nem um pio se ouviu de Carrilho, mas....adiante.
O debate prosseguiu, a momentos ouviamos uns desatinos de Carrilho contra as agências, jornalistas, etc., o habitual.
Chega a parte final e decide acabar em grande, insultando R. Costa ao qual este, sem insultar, responde à altura.
Bem, admito que aquela resposta deixou-me a rir sozinho durante algum tempo, mas entretanto fui dormir.
No dia a seguir estava à espera de grande polémica sobre o debate, mas, o que é que eu ouço: ZERO!! e pensei cá para mim, sim senhor, bofetada de luva branca, era publicidade que ele queria...azar.

Eis que então, apartir de esse dia podemos dizer que o mais provável é o homem ter morrido (politicamente).
Morreu, enterra-se e esquece-se...assim acontece com as pessoas que em nada enriquecem o meio onde estavam integradas. E este, é o caso clássico de: passou ao lado de uma boa carreira. E porquê? É muito simples!
Se não fosse um ser de uma arrogância, presunção e mania insuportáveis e insuperáveis, até poderia ter feito a diferença, mas...à coisas que nascem e morrem connosco.

Sr. Prof., adiante, siga a sua carreira de Prof. e a sua vidinha com a Bárbara e o Dinis. Deixe a política para quem sabe aceitar uma crítica, podendo até nem concordar com ela. Deixe a política para quem, a seguir a uma derrota política, pára, reflecte e segue em frente sem enterrar a cabeça no buraco, e culpando o resto do mundo.
E, não se preocupe com as pessoas não gostarem de si, pois o amor que sente por si próprio chega e sobra para continuar de sorriso nos lábios até aos 70.

Como conselho, dir-lhe-ía para doar o seu corpo para a medicina(talvez servisse finalmente para algo útil), mas provavelmente ninguém quereria ficar nem com o coração, nem com o cérebro.

Por isso, dia 22 de Maio, local estúdio da RTP, Jaz Prof. Manuel Maria Carrilho.

P.S.: Anteriormente disse que provavelmente, teria morrido politicamente, e sublinho o provavelmente, porque isto de ser político em Portugal, é como ser uma fénix, quando menos se espera renasce-se das cinzas, imaculado.

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